Monday, July 16, 2007

Festival Pop de Pequim.




"Beijing Pop Festival line-up confirmed."

Dia 9 de Setembro de 2007 acontecerá um evento muito interessante. É uma pena não ser aqui, mas se fosse aqui (Fortaleza – CE - Brasil), não seria tão interessante. O evento de qual estou falando é o Beijing Pop Festival, ou melhor Festival Pop de Pequim, capital da Republica Popular da China... Ahhh por isso o festival vem acompanhado do Pop, se a Republica é popular, por que então o festival não seria? Mas sabemos que não é bem por ai, temos o conhecimento de que esse Pop se refere ao mesmo Pop falado aqui no Brasil, na Rússia, na América... Opa! Se o pop do festival chinês tem o mesmo significado que o pop do resto do mundo, isso significa Globalização, Certo? O mundo todo sendo uma grande aldeia, onde há uma cultura mundial, onde podemos achar semelhanças na cultura pop daqui como no mais novo integrante da aldeia, a China.

Lógico que a China já vem pisando no solo desta aldeia, e podemos dizer que cada vez mais se sente à vontade nela. E o Festival é mais um passo na caminhada dentro desta aldeia, onde a caminhada chinesa ainda é curta, porém os passos ficam cada vez mais bonitos de serem vistos. Quem puder ter acesso ao especial da revista Veja sobre os novos habitantes dessa aldeia, terá conhecimento de como esses passos estão sendo dados. E o motivo desse especial é todo baseado em cima do megaevento que acontecerá lá, onde serão realizadas as Olimpíadas de 2008, tendo como sede a cidade Pequim.

[Voltando ao Festival.] O Pop se refere a qualquer ramificação da música popular americana, ou seja, é a música feita para a grande massa, feita para ser facilmente compreendida, tempo curto, normalmente uma bela imagem transmite o som da musica pop. A música pop surgiu nas décadas de 30 e 40, quando o Blues e a Country Music fundiram-se no Rock and Roll. Mais tarde foram surgindo os verdadeiros artistas pops, que eram Frank Sinatra, Dean Martin, Peggy Lee, e principalmente Fats Domino e Elvis Presley, esses surgindo na década de 50. Chegando aos anos 60 surgem os sucessos, como Burt Bacharach, aretha Franklin, Ray Charles, Stevie Wonder, Marvin Gaye, Bob Dylan, e quem sabe a primeira boy band; The Beatles. Se pegarmos todos esses artistas, veremos diferentes sons, derivados de diversos outros, o que resulta na variedade musical. Na década de 70 surgem os artistas influenciados pelo Disco, surgindo Bee Gees, Elton John, ABBA e diversos outros.

Essa década de 80 merece ser destacada, não por sua importancia, até porque sempre dizem que nos anos 80 surgiram as piores já feitas, eu discordo disso com força total. Adoro a musica oitentista, nasci no meio dessa década, o que significa um contato muito breve com a musica dessa época, mas depois de grande vi o quanto essa década foi “pancada”. Olha só... pra começar; Michael Jackson, tendo o álbum Thriller, o mais vendido de todos tempos (esse disco é muito bom, muito foda), com 104,5 milhões de copias vendidas. Por isso que Michael é considerado o “Rei do Pop”. E a considerada “Rainha do Pop” é a admirável Madonna, com os álbuns Like a Virgin, True Blue e Like a Prayer. Uma década onde surgem duas figuras como essas, não pode ter sido ruim. Sem mencionar os outros como Prince, Cyndi Lauper, Whitney Houston, Phil Collins, ABBA, The Police e diversos outros.

Os década de 90 e de 2000, foram marcadas pelas boy bands e girls groups, Take That, Spice Girls, Westlife, esses três sendo apresentados pelos inventores do futebol. Os americanos vieram com força total, Backstreet Boys, Hanson, N’Sync, e as cantoras Britney Spears, Cristina Aguilera, Jéssica Simpson e o caramba mais.

Mas você que quer argumentar contra pode dizer: “O headline do festival é o Nine Inch Nails, Marky Ramone, New York Dolls...”. Que interessante todos americanos. E ainda mais o Nine Inch Nails indo apresentar seu novo álbum Year Zero que tem toda uma historia de conspiração. [Próxima Postagem abordará este assunto].

Ainda mais considerando os patrocinadores do festival, que tem o apoio da Máster Card, RR Donnely, Dior e outros. É como falei ou escrevi, é mais um passo dado por esta nação, que é lindo de ser visto.

**Quem quiser visitar o site do festival, este é o endereço:http://www.beijingpopfestival.com/

***Feito e postado ao som de... Klaxons, Unkle, Radiohead, Nine Inch Nails, Saul Williams, Goose e Silverchair.

[****] Uma correção; No cartaz do festival há um o seguinte símbolo, PE /1987 - 2007/ 20 anos, que é o símbolo da banda de hip hop Public Enemy, conhecida pelas criticas politicas e a mídia americana. Natural de Long Island, New York. {mais informações proxima postagem}.

Friday, June 29, 2007

Entre os Colares do Rodrigo.


O que falta para Rodrigo Colares, blogueiro do Epizona? Não dar para se saber o que anda faltando em suas refeições. Agora é notável a ausência de inspiração do jovem. Fazendo o bom uso de metáforas, Rodrigo falou que se encontra com as asas quebradas... Ahm? Quer entender melhor? Leia uma parte da entrevista abaixo.

- O que aconteceu com seus sonhos?
- Acho que as asas deles estão quebradas.
- Quebradas?
- Isso.
- Quer dizer então que você, o homem que tinha tantas idéias na cabeça, hoje se depara sem planos? Sem almejar um futuro melhor para você? Enfim com as asas quebradas.
- Há uma diferença entre não ter sonhos e na almejar um futuro melhor. Ë claro que quero um futuro melhor para mim, queria isso para diversas pessoas que no momento considero que deveriam ter também. Por isso que digo que meus sonhos estão no chão. Antes eles tinham asas, podendo chegar mais longe, como se sabe as asas tem maior alcance do que as pernas.
- As asas é que fazem os sonhos irem longe?
- Claro. Qual a viagem mais rápida? Avião ou sobre rodas? Não dá para se comparar, afinal o avião vai de um continente a outro com facilidade. Já algo sobre rodas não tem a mesma.
- Entendo.
- Por isso que digo que minhas asas estão quebradas. Tenho encontrado grandes dificuldades de fazer algo criativo com meu blog. Estou chateado comigo mesmo.
- Quantos Ml de criatividade gostaria?
- Ml? Acho que neste caso melhor é pensar em gramas. Entendeu né? (risos)
- Claro Claro.
- Mas de qualquer maneira não seria largar escalas.
- Rodrigo, se você tiver que dar um recado a quem acompanha seu blog. Qual seria?
- Gente paciência. Se eu escrevia ruim, agora é que vou escrever ruim mesmo. Desculpa mas é verdade.
- E um recado pro mundo?
- Hummm... Essa é mais complicada. Mas diria pra saber o que está sendo feito com todos nós, das conseqüências, dos absurdos... Enfim mantenha-se informado.


Toda a entrevista aconteceu em sua casa, onde estávamos cercados de CDs, DVDs e Livros, de diversos assuntos, desde “Meu pé de Laranja Lima” a “Dentes de Galinha”. O assunto debatido? Infinito, inclusive sobre os quadrinhos do “Capitão Presença”. Toda a entrevista acontece ao som de Chemical Brothers, Bjork e Unkle. Ultimas aquisições do escritor.
**Quem é a pessoa da foto? O que ela tem haver com o Rodrigo?
Reportagem de Ana Paula Mercado para o Batraka Press.

Sunday, June 17, 2007

Conhecer.


-Eu não conheço ela, ela que me conhece.

- Sério?!?!?!?!?!?! Não Acredito!!!!!


Como sempre corremos para consultar nosso pai (pai dos burros), tentando saber o significado das palavras. Esta que é o pilar do meu texto é usada a toda instante, pessoas dizem a todo o momento que conhecem as outras que tem uma ligação com o conhecido, usam qualquer sinônimo relativo a este tipo de ação, o de conhecer o outro.

Então o que significa, segundo Luiz Antonio Sacconi (Minidicionátio Sacconi), a palavra Conhecer; Saber perfeitamente, no primeiro significado já torna estranho dizer que se conhece outra pessoa, talvez por isso exista o “conheço de vista”, já o segundo significado é de melhor uso, refere-se a reconhecer, distinguir; esse segundo é simples, você dizendo que conhece o outro você saber diferenciar ele/a de um desconhecido. Nas próximas definições complica a situação, já que uma diz ter relações sexuais com; não é bem por ai, pois conheço meus pais muito bem, moro com eles e não tenho relações sexuais com eles, isso se chama incesto... se bem algumas pessoas gostam, mas eu não. Vale dizer em relação a este significado, que algumas pessoas têm relações sexuais com outras e no dia seguinte não conseguem distinguir os parceiros de animais domésticos. O ser humano é um bicho estranho.

Sempre aperto nesta mesma tecla, as palavras tem significado, mas muitas vezes estas definições são transformadas, distorcidas, qualquer mau uso da palavra. Lembrando que estes sinônimos dados neste texto, são de um dicionário, imagine se formos realizar uma pesquisa mais aprofundada, como ir às raízes deste significado. Vai complicar bastante, até por que o ser humano é um bicho estranho.

Escrevo mais, não fiz questão nenhuma de fazer uma pesquisa externa, como perguntar aos meus semelhantes que acham da palavra conhecer, em que situações utilizam, se o significado da palavra é o que ele utiliza. Seria mais interessante essa pequena pesquisa.

Conselho? Cuidado quando for dizer que conhece alguém, porque o ser humano tem aquela qualidade e pode atribuir um dos quatro significados dados aqui, ou quem sabe, um bem pior ou melhor, depende do ponto de vista. (Lembre-se que era pra cobrar dizendo isso.)

Saturday, June 02, 2007

Ahhhhhh... Escreve sim!


O Fajuto... Obrigado pela Atenção.


Um dia desses, não muito daqueles, apenas desses ai como qualquer outro... Dá pra entender né? Porque esses são diferentes daqueles, não são os mesmo, é algo obvio de se pensar. Enfim estava em um dia desses em frente a televisão pensando... Nada especifico, apenas pensando na rotina; aulas, professores, trabalhos, monogamia e mais algumas futilidades, e nessa viagem interna tive uma espécie de insight ou uma conclusão, não consigo adjetivar o que tive nesse, mas vou tentar explicar aqui, afinal este blog é livre (é o que acho), ou seja, quem escreve não tem tanta expressividade com o que escreve aqui e quem lê não estar lendo nada demais. É um pouco da realidade.

O assunto principal desta soma de letras é o seguinte: Como reconhecer um mau escritor? É muito simples, basta ler este texto. Se você ler este texto estará lendo um mau escritor, é verdade, raciocine comigo; Não sou um bom leitor, leio pouco livro e os que leio são horríveis, acabo lendo mais revistas. Outra característica é que nunca tirei boas notas em Língua Portuguesa no colégio, era um aluno meio preguiçoso, em Redação diziam que não ia passar no vestibular, disseram que era péssimo em Redação, e eu era mesmo, tirei zero(0) no primeiro exercício do 3º. Ano do Ensino Médio. Olhai... Tá vendo né? E foi assim durante o ano inteiro, diversas notas baixas, era vergonhoso cara, ficava constrangido com minhas provas de Redação, também com todas aquelas anotações vermelhas na prova era de lascar. Um parêntese, por favor – ( Sempre me pergunto: Quando o aluno erra, o erro é destacado, fica parecendo que o professor gosta que o aluno erre, e quando o aluno acerta não vem nenhum anotação apenas a nota boa ou vem escrito = Muito Bem! Por que o professor não pode fazer o mesmo, ver as melhores passagens da redação, dar algum orientação, enfim realizar o seu trabalho. Pode fechar o parêntese. ) Obrigado.

Bem, o que quero dizer é que eu sei que não escrevo bem, reconheço isso, não estou lhe dizendo para não ler meu texto, afinal faço com carinho, penso em quem vai ler e fico esperando um comentário, nem que seja um palavrão, mas fico esperando. Devia era escrever mais Soap Opera, acho que sou menos ruim... OPA! Melhor né? Olhai... Eu falei.

Quem quiser me dar uma dica de Soap Opera fique a vontade.
Obrigado.


Postado ao som: Detroit, Exterminator, Kill all Hippies, Some Velvet Morning do Primal Scream.

Friday, May 25, 2007

Ventríloquo e o Respeito


Estava em casa assistindo a TV quando escuto um barulho de explosão, um barulho forte, como se fosse aquele último estouro do Rojão (o mais forte), logo em seguida falta energia. Como meu vocabulário não é muito limpo soltei aquele “PQP”. Fico decepcionado, todo mundo fica quando falta energia, você fica entediado com uma vela acessa esperando a energia voltar e na maioria das vezes demora a voltar.

Nessa espera você fica imaginando as possibilidades da falta de energia, se foi algum acidente, se foi um transformador que explodiu, se foi um acidente na estação de energia, se foi a Via Campesina que invadiu lá... É os dias de hoje estão complicados companheiro. Com tantas possibilidades você acaba ficando puto, este é o termo ideal.

O que vou fazer então? Vou ligar para a Campânia Elétrica do Estado e perguntar o que houve. Ligo e como toda empresa grande que usa o sistema eletrônico, aquele que diz assim: Se quer fazer uma reclamação aperte 1, se quer falar com um atendente (humano) aperte 2, se deseja verificar o preço da tarifa publica de iluminação aperte 3, se quiser continuar sendo feito de besta aperte o 4 e esta gravação continuará. Lógico que o número 4 não existe foi fruto da minha imaginação. Então aperto 2 para falar com um telefonista, depois de aperto vem uma musiquinha simples e rapidamente estou falando com o ser humano.

Assim que a atendente fala:
- Boa Noite. Atendimento.
Respondo o “boa noite” e descrevo minha situação.
- Boa Noite. Eu gostaria de fazer uma reclamação. Aqui na minha rua está faltando energia, queria saber qual o motivo e se vocês já têm conhecimento dessa falta. – neste momento me sinto um pouco mais cidadão, afinal estou servindo a comunidade. Quando estou pensando nisso a atendente fala.
- Claro Senhor, não somos burros! – isso me assusta afinal apenas perguntei sobre o acontecido e digo.
- Ok! Que bom então. E você sabe a previsão do tempo para solução do problema?
- Não sei não... O senhor, por favor, fique calmo, se não o senhor vai ouvir poucas e boas, Entendeu? Agora me de seu nome e seu endereço.
Fico sem ação depois dessa agressão, afinal estou pagando minha energia.
- Rodrigo Colares, Rua Guarujá 654.
- Obrigada Senhor, saiba que o senhor é um estúpido.
- Ei... Não vou tolerar este tipo de agressão, ainda mais levando em conta que meu tio é ventríloquo.
- E o que isso tem haver senhor?
- Nada minha filha... Só quero que me trate com respeito.


“O desrespeito é tão grande nos dias de hoje.”
Desafio da revista Piauí do mês de março.
PS: Alguém pode me emprestar R$ 7, 90? Assim posso comprar a revista e participar do desafio do próximo mês.
Foto: O ventríloquo americano Edgar Bergen e seu fantoche Charlie McCarthy.

Tuesday, May 22, 2007

Humano.


Fortaleza Bela na foto né?


Dona Maria estava em casa fazendo o jantar de seus filhos, João e Pedro, e de seu marido, Seu Francisco. Enquanto fazia o jantar Dona Maria pensava em quanto gostava de seus filhos e do jogueiro de seu marido, pensando no quanto é bom ter a companhia deles, apesar dos problemas que surgem, todos considerados como “coisa de família”.

Quando escuta a voz de Pedro gritando por ela, dizendo:
- Mãeeee.... Mãeeeee... Corre aqui!
Fica assustada com os gritos de seu filho e corre até eles, quando chega onde os meninos estão brincando ver João no chão chorando. Ela fica desesperada com a situação de seu filho e pergunta:
- Que aconteceu menino?! Que ein?! – João responde:
- Vinha correndo e tropecei mamãe... Meu braço ta doendo muito!
Neste momento Dona Maria pensa no que ela vai fazer, quando Se Francisco chega em casa de seu trabalho. Rapidamente sabe do acontecido por sua mulher e a única saída para o caso é levar a criança no hospital.

Sem automóvel em casa, decidem ir de bicicleta mesmo ao hospital. Em uma bicicleta vão João e seu pai, e na outra Dona Maria e Pedro, todos a caminho do hospital. Chegando lá vêem duas placas, em uma estava escrito “Emergência Adulto” e na outra “Emergência Infantil”. Como João tem 10 anos, sua família vai à direção desta ultima placa. Se aproximando da placa, percebem que há mais crianças na emergência infantil do que adultos na sua emergência. Procuram logo um médico ou uma enfermeira pra ver qual o problema do garoto, durante a procura eles ficam impressionados com a emergência infantil, muitas crianças doentes, virose, gripe, rubéola, febre, crianças desmaiando por causa do calor e nenhuma ventiladorzim pra aliviar, todo tipo de problema e não viam uma pessoa atendendo. Depois de uma espera aparece um enfermeiro e fala:
- Quem ta com virose? – algumas mães levantam a mão, depois outra pergunta.
- Quem ta com problema de osso? – só eles levantam a mão, neste momento ascende uma luz no fim do túnel, quando o enfermeiro responde:
- Espera ai que acho que o médico foi jantar, se der sorte ele atende vocês.

Ficam esperando mais um bom tempo, tendo a paciência testada, quando há neste momento uma soma de todos os problemas, os da escola que os professores não mais aula, os de sua mãe que não recebe os remédios, os da policia que complica mais do que protege, os de sua comunidade, como falta de esgoto, conta de água cara, conta de luz cara, os de seu marido que já foi assaltado mais de cinco vezes, os de sua patroa que trás o Ricardo pra dentro de casa e ameaça ela se contar ao patrão... Enfim um verdadeiro dossiê de problemas neste momento e vai subindo a raiva, a vontade de reclamar, mas ela sabe que uma amiga de uma amiga dela foi reclamar e acabou não sendo atendida, teve que ir para outro hospital para ser atendida.

Depois de 3 horas o médico chega do seu jantar e pôde atender ao seu filho.
"right where it belongs".

Thursday, May 10, 2007

Tudo vai dar em...


"Brasilerum Ridiculare"


Não consigo entender situaçòes como essas e tenho certeza que ninguém as entenderá. Situações completamente ridículas acontece entre nós, e mais uma vez isso não dará em nada, ninguém será preso, ninguém será punido, nada acontecerá. Para completar a situação grande parte da população não está nem ai para o que aconteceu, nem para o que acontece e nem para o que acontecerá.

Quem viu os jornais de hoje, tanto impressos como os televisivos, puderam conhecer o que aconteceu. Mas de qualquer maneira vou-lhes dizer o que aconteceu. Maria Luiza Bezerra de 53 anos, morreu por conta do corte de energia realizado pela empresa de energia cearense (Coelce). Depois de sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral) há nove meses atrás, Maria necessitava de aparelhos para a sua sobrevivência e esses aparelhos necessitavam de energia. Ana Cristina da Silva, filha de Maria, não pôde pagar a conta de energia no valor de 204 reais, e por questões desconhecidas do raciocínio lógico e de bom senso, a empresa mandou dois funcionários cortarem a energia da casa. Lógico que os funcionários e a empresa de energia desconheciam que a casa que efetuou o pagamento era de Maria Luiza, mas devia saber, porquea família tinha enviado um Atestado Médico para empresa falando do estado de saúde da senhora, e na hora do corte esse documento sumiu da empresa. Como de praxe, “quem não paga não leva”, saíram da empresa funcionários para a realização do trabalho, o de cortar a energia, chegando lá a família apresentou o atestado que dizia que Maria Luiza necessitava de energia elétrica, o que foi ignorado. Daí a causa da morte da senhora.

Dá para entender isso? Repito: Não consigo entender e tenho certeza que ninguém entende. Para onde foi o bom senso? O que é 204 reais para a única empresa de energia que serve o estado? Uma situação dessas é ridícula.

O dinheiro é que fala. Infelizmente não existe outra, vemos situações como esta e diversas outras que acontecem a todo instante no país. Gente que mata por quantias miseráveis, de dois, de três ou de quatro reais mata-se o outro, a vida não está com o valor baixo. O que vale mesmo é ter dinheiro na mão, com isto você pode fazer o que bem entender. Pichar, Roubar, Matar, Trucidar, Bater em Policial, fazer o que bem entender.

Noticia do jornal Diário do Nordeste:

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=431739

Outra:
O deputado federal Clodovil Hernandes eleito por 500 mil que se dizem eleitores, falou na cara da deputada Cida Diogo que ela não servia nem para ser prostituta, por conta de sua feiúra. Depois de outros merdas que esse senhor falou e fez, não deveria exercer cargo algum. Como uma pessoa pode dizer isso para outra?
“Ele é extremamente insensível, arrogante e que não tem respeito por nada”. Concordo plenamente com esta declaração da deputada Cida Diogo, com certeza pelo pouco que me conheço isso seria elogio perto do que diria a este.

Noticia do jornal Estadão:
ultimas/nacional/noticias/2007/mai/10/386.htm

Outra:
Com a aprovação do reajuste salarial de 28,6%, congressistas, presidente e ministros ficarão com melhor qualidade de vida. Como se já não existe isso. Afinal o gasto com estes senhores é um tanto alto, pois cada um recebe cotas de ajuda em passagem, combustível, verba assistencial e o salário. Juntando isso tudo dá uma quantia muito boa. Lógico que por mês. E há alguns políticos (generalizando) que acham esse aumento razoável, outros dizem que vão dar uma festa e tem outros que dizem que qualquer administrador de empresas ganha 10 mil reais por mês, com certeza este último deve ser grande idiota, ao pé da letra mesmo, aquele que não tem inteligência para conceber as coisas.


Isso tudo em um dia? Não é fácil viver no Brasil.

Sunday, May 06, 2007

A de número 41 vem em dobro.

Novamente

Deixe me mostrar o meu outro lado, aquele que muitas vezes fica no oblívio, na sombra de minha personalidade. Essa parte exige alguns goles de paciência de sua parte, e com certeza alguns da minha também. Como temos provado muito de nossas partes tolerantes, aquelas que mais colocamos em pratica social. Por que não deixarmos na penumbra essas partes tão usadas e por em uso um pouco de nossa sombra? Que tal deixarmos nossa chama entrar em prosa?

Devemos reconhecer que a adolescente incerteza entre nós, baniu qualquer outro pensamento comum, aumentando a luz em nossa tolerância e consequentemente aumentando a obscuridade. Sei da nossa ligação, sei que podemos reconstruir, sei que através de nos mesmos podemos concertar tudo que destruímos. Sei que podemos encaixar os pedaços de volta.

Vou colocar os 46 pra falar!

Cada vez mais sobe a vontade de não agradar. Você deve estar querendo saber o porquê dessa crescente vontade. Por causa da seguinte situação; muitas vezes quando agradamos, estamos querendo fazer algo pelos outros que estão a nossa volta, e isso nos faz ver quem deixamos para trás, ou seja, você mesmo se deixou para traz. Sei que agradei muito outras pessoas, e hoje vejo o quanto perdi por causa desses agrados. Por que tem que ser assim? Você tem de ser amado por conta que fez isso ou aquilo, ou porque faz. Por que as pessoas que estão ao nosso redor não podem amar você por quem você é? E ainda há mais, mesmo fazendo os agrados, ainda estamos sujeitos a critica e a certos desmerecimentos.

Em fim, isso me cansou bastante. Sinto cada vez mais um monstro crescendo dentro de mim, e com certeza vou solta-lo. Portanto vale dizer: A época mais feliz de nossa vida é aquela em que assumimos o que há de ruim em nos mesmo.


"All your dreams are over now and all your wings have fallen down."
*Trecho da música Dreams do CD Desperate Youth, BloodThirsty Babes do Tv On The Radio.

Thursday, May 03, 2007

Este leva o título do blog.


:Epizona:


Quando penso que sei tudo sobre você, você me surpreende. Não sei se isso é proposital, mas sempre consegue me surpreender. Você foi a única pessoa que conseguiu me levar para onde nunca tinha ido e como de sua pratica conseguiu me deixar neste vazio. Apostei em você, dividi momentos cheios de belos sentimentos que se tornaram dolorosos com o passar do tempo, não posso permitir que esses espaços fiquem preenchidos com sua imagem e meu velho sentimento, tenho que olhar para debaixo do meu nariz e ver quem merece o que te dei.

Talvez seja de mim machucar as pessoas que amo, talvez nossa equação tenha sido mal resolvida, talvez tenha faltado mais comunicação... Ahhh podemos arranjar tantos talvez, mas tantos que essa situação ficaria mais ridícula, seria bem melhor nos contentar com o apenas não deu. Ser simples em algo tão difícil. Tornamos-nos frios e silêncios, sem sentimento comum, o que deveria existir entre nos dois.

Lembro que estávamos juntos e que nada nos separaria, que o mundo podia partir em dois, que sempre estaríamos com as mãos segurando bem firme... Mas isso passou. Tudo parecia tão forte e tão duradouro, e isso foi se destruindo aos poucos. Lembro que escutava muito baixo, ela me avisava o que estava por vir... Não dei ouvido, reconheço que ela aumentava o volume de vez em quando, parecia preencher todo o ouvido e muitas vezes tomar de conta de toda minha percepção, não liguei, fui cabeça dura.

Devia ter dado ouvido a essa sirene, devíamos ter resolvido nossa equação, devíamos ter nos reconstruído... Devíamos ter feito tanto, mas...

O que podemos dizer?

*Imagem; Alex Grey - arte do álbum 10.000 Days do Tool.

Thursday, April 26, 2007

"Probleminhazinho"


Não pode chamá-lo de azarado. Longe disso.

Um cara entra em uma farmácia desesperadamente às três da madrugada de um domingo e pergunta:
- Amigo... Amigo... Você tem camisinha? – o atendente da farmácia, que não é um farmacêutico (vamos respeitar a profissão) diz:
- Calma... O que você deseja mesmo? Uma camisinha? – o cara extremamente apressado, como alguém que deseja comer seu prato quente e falta somente os talheres, se desesperada mais ainda e fala em volume deselegante.
- Meu chapa... Eu quero uma camisinha! Quero fazer sexo seguro! Por favor! Me deixe fazer! – o atendente olha para ele diz calmamente:
- Por favor senhor, mantenha a calma! Ninguém quer sair ferido. Você quer preservativo para atividade sexual? – o desesperado com grande razão responde:
- Sim... Por favor me diga logo aonde está!
- Bem ali, na última prateleira logo em cima você verá os preservativos.
O cliente vai andando bem rápido querendo logo pegar essa camisinha e ir atender suas necessidades com sua amada, enquanto se dirige a ultima prateleira ele pensa: “Que tipo de pessoa faz isso? Meu Deus o mundo tá louco mesmo!”. Quando chega na prateleira, que mais parece o ingresso no paraíso ele percebe um grande detalhe; não há mais camisinha. Ele passa a mão nos olhos, decepcionado com a farmácia, pois em sua opinião não devia faltar este produto nela, então ele se dirige ao atendente e diz:
- Amigo não há mais camisinha lá! – o atendente levanta a cabeça e responde:
- Isso não é problema meu!
O indignado cliente sai da farmácia “fumando numa kenga” e pensa aonde ele pode achar preservativo. Ele pensa... Pensa... Pensa... Pensa... E não vem nada em sua cabeça. Quando seu celular toca no volume mais alto, ele toma um susto e atende assustado, pois sua amada poderia ter desistido por conta da espera.
- Alo? Alo? Glória?
- Que Glória o que menino? É sua mãe... Onde você está ein? E quem é Glória?
Ele afasta o celular de sua boca e diz um belíssimo “PQP!”.
- Mãe... eu chego só amanha, ainda vou sair com o pessoal viu?
- Sim... E quem é Glória? Sua namorada é? Nem conta para sua mãe... Que consideração... Muito obrigada por lembrar que eu existo e me conta que você ta namorando. Nammmm... Quando você ficou assim ein menino?
O jovem ainda com alguns Ml de paciência responde:
- Não exagera mãe, amanha cedo estou ai e conversamos sobre ta? Tiau!
Sua mãe desliga na hora do “tiau”, e ele lembra de sua atual situação. Começa a ficar desesperado, pois ele precisa do talher (quinta linha). Quando passa um vendedor de pipoca e ele pensa: “Poxa, esse cara deve saber. Ele anda isso tudo aqui!”. Vai correndo até o pipoqueiro e fala:
- Ô amigo... Desculpa lhe interromper. – neste momento o pipoqueiro sem ter vendido o que queria, encontra-se mal humorado. Em outras palavras; Está difícil.
- Você sabe aonde posso encontrar camisinha agora? – o pipoqueiro responde:
- Ali ó... – apontando para a farmácia.
- Não... Lá acabou! Será que arranjou outro lugar que venda?
- Não... Talvez se... – o pipoqueiro olha para ele, analisa bem o cara.
- Talvez se o que? Diga logo meu amigo, estou desesperado... Pelo Amor de Deus!
O pipoqueiro pede calma para o rapaz e dá a seguinte proposta:
- Eu posso dizer aonde você consegue uma camisinha, mas como para tudo há um preço. Você sabe né? – o jovem desesperado pede para o pipoqueiro dizer a proposta.
- Colega, de duas uma. Você pode comprar todas as pipocas que estão aqui nesse carro, ou você pode me deixar brincar com seu bumbum. Que tal?
- NADA DISSO! Você tá louco mermão? – o pipoqueiro ri da cara do rapaz.
- Desculpa cara, é que você é bem bonitim... Não resisti.
- Pensei que você tava falando sério cara...
- E estou... primeira ou segunda opção? Eu acho que a primeira é melhor, pois não conseguiria deitar na mesma cama que minha mulher depois de... Difícil...
O desesperado tem o mesmo raciocínio do pipoqueiro e então pergunta:
- Quanto quer pelo carro? – Depois da pergunta o pipoqueiro dá uma cocadinha na cabeça, faz o penteado do cavanhaque, e responde:
- Pra você eu faço por 75! E ai? Que tal?
O jovem louco para adquirir a camisinha e concretizar o fato com seu amor, fica pensando, pois gastar 75 reais em uma camisinha é muito dinheiro, quando...
- O garoto... Não quero interromper ninguem, mas sua gata deve ser linda, imagina ai... Você e ela abraçadinhos... Naquele calor do amor... Eita! Eu não perderia por nada, e mais... O que 75 reais para você?
Neste momento a tentação aumenta absurdamente, como o Ibope da Rede Globo na final da Copa. E o cara pensa em todos os momentos com sua namorada, pensa no quanto ele ama ela, no quanto ele quer ter esse momento com ela... Então ele toma a decisão.
- Eu quero... Me dê logo! Por favor!
Ele compra a camisinha do pipoqueiro e sai correndo ao encontro com seu amor, vai correndo o mais rápido que pode, passando de rua em rua, até o prédio de sua namorada, fala com o porteiro, sobe até o quadragésimo quarto andar, abre a porta do apartamento... Ao abrir ele se sente mais feliz do que o ganhador da Sena. Quando ele abre a porta do quarto... Sua namorada, a coisa mais linda que ele já viu... Está dormindo... Roncando não, mas ressonando tranquilamente.


Por isso que se diz o que se diz. Então... Cuidado.

Sunday, April 22, 2007

Dinheiro Lavado


Um caminho Simples


Eu uso dinheiro lavado. Um “O quê?!” bem surpreso deve ser a sua pergunta. Até porque eu, Rodrigo Colares, usar dinheiro lavado e está endividado. Com certeza essa não é uma característica de quem usa este tipo de dinheiro, é uma característica de quem não tem dinheiro, seja ele lavado ou sujo. Olha que interessante; o dinheiro lavado é ruim e o dinheiro sujo também. Por quê? É simples, as pessoas usam algum tipo de sistema, de negocio para poder lavar o dinheiro, e assim ludibriar a lei, ou seja, um dá origem ao outro.

Então por que disse que usava dinheiro lavado? Tornei-me corrupto? Mas de que? Não sou nenhuma pessoa importante ou com influencia na sociedade para me tornar corrupto. E agora? Já sei! Comecei a fazer parte da máfia dos bingos. Que bingo o que?! Nem jogar eu sei e quando jogo ainda tenho azar. Talvez tenha ido para o lado do crime, devo ter ganhado uma grana em um negocio fora da lei, como contrabandear cigarros do Paraguai, e agora estou trabalhando em um Supermercado para lavar meu dinheiro sujo. Paraguai? Não. Primeiro cigarro é um negocio escroto e segundo eu ir até o Paraguai para trazer cigarro. Que conversa é essa?!

Será que estava andando pela Praça do Ferreira e lá encontrei uma maleta com milhões de dólares? Claro que não. Uma maleta com dinheiro ser achada assim na Praça do Ferreira? Dinheiro perdido e Praça combinam tanto como Fome e Comida. E mais eu na Praça do Ferreira? Só se for pra fazer as fotos de Fotojornalismo, que farei amanhã. Esqueça essa.

Não quero saber mais de respostas para hipóteses ridículas, quero saber de onde vem o seu dinheiro lavado. É muito simples. Esse dinheiro apareceu do nada no bolso da minha calça. Estranho não é? Tanto como não é verdade. Falando sério; Um anjo chegou para mim, fez o discurso do filho pródigo e me deu uma carteira da Pena com noventa reais. Foi simples assim, sem ferir a lei.

A verdade é que falamos algo e somos mal interpretados, quando na verdade o significado está na simplicidade das palavras. Esse dinheiro lavado foi só porque esqueci cinqüenta e cinco reais no meu bolso e o dinheiro foi lavado na maquina, quando peguei o dinheiro ele estava cheirando a Omo Multiação e a Omo Confort. Simplicidade que se torna besteira. Por isso que aumentando um pouquinho mais a abrangência desse fato eu pergunto: Para onde foi a simplicidade?
Quem estava chegando? Alqui... o quê?

Tuesday, April 17, 2007

Do dia 12 a 15 de abril



O velho e bom Hard Rock me "leva" à São Paulo

Como de costume, bandas que tenho grande admiração não comparecem na região nordeste, vem mais para o eixo Rio - São Paulo, então o que me resta a fazer? Ir pra lá claro, afinal não posso perder a chance de ver meus ídolos. Baseado nesta situação e na minha vontade, “me taco” para São Paulo para ver essas duas bandas que cresci escutando, sendo uma formada da fusão de outras duas, o Velvet Revolver que reúne músicos do Guns N’ Roses (GNR) e do Stone Temple Pilots (STP), e a outra mais clássica, o Aerosmith. Então pegando as promoções das companhias aéreas, comprei a passagem bem antes dos shows, garantido logo minha ida, já que não posso gastar muito. E devido a uma grande amizade (Diego On The Water) em São Paulo pude adquirir o ingresso no mesmo período das passagens sem maiores complicações.

Depois da compra da passagem, nos brasileiros ficamos apreensivos, pois nunca se sabe o que pode acontecer nesses tempos de apagão aéreo. De repente posso perder o vôo e adeus a imagem dos ídolos ao vivo. Mas graças às figuras que comanda este país, deu tudo certinho, pude partir no horário marcado.

Chegando a São Paulo as cinco da matina com o dia inteiro pela frente, com tempo disponível até o Domingo, fui aproveitar a cidade, dar uma voltar por ela, relembrar a admiração que tenho por essa cidade, pois sempre vim à cidade e sempre admirei a maneira como funciona e todas as outras qualidades, lógico que há também os contras, mas nada que afete a minha admiração por ela. Fui à Galeria do Rock, na Teodoro Sampaio, ver belíssimos instrumentos musicas lá, fui à Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), que hoje virou museu devido à tecnologia que tornou desnecessária aquela loucura que víamos nos Telejornais, gente gritando, comprando ações no tapa, gente caindo, de todo tipo e isso tudo foi trocado por uma Rede, a Intranet, permitindo que essas compras sejam feitas no silêncio e sem agressões físicas, tudo através do computador. Fui ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), mas infelizmente acabei ficando de fora, filas enormes causando demora na entrada, afinal estávamos falando da exposição de Goya, Cézanne e Manet, acho que esses três falam melhor da lotação do que eu. Dei uma voltinha no bairro japonês, Liberdade, lembrando da seguinte canção: “Isso aqui ó ó... É um pouquinho de Brasil yá yá...”. Não sei bem porque lembrei, deve ter sido por conta de ser cearense, com raízes muito profundas portuguesas, andar em um bairro extremamente japonês, em uma cidade colonizada por italianos e isso me fez lembrar da mistura pirotécnica da raça brasileira.

Falei bastante das minhas voltas pela cidade, mas não falei do principal, os shows que levaram até ela.

Dia 12 de abril de 2007 por volta das 21 horas sobe ao palco Velvet Revolver, formada por Scott Weiland (ex-STP) nos vocais, Duff Mckagan (ex-GNR) no baixo, nas guitarras Slash, que dispensa apresentações, Dave Kushner fazendo a guitarra base, na bateria Matt Sorum (ex-GNR). Os integrantes fazem um show rock, mostrando que o velho e bom o rock está presente neste século repleto de tecnologia musical, com solos da velha Lês Paul Gibson de Slash, que marcou uma época. A banda mostrou musicas novas, que devem estar presente no novo trabalho da banda, o álbum Libertad, com lançamento oficial para o dia 14 de maio, musicas do primeiro álbum da banda como “Set Me Free”, “Fall To Pieces”, “Sucker Train Blues” e “Slither”, esta ultima cantada junto com o público, e além destas foram tocadas dois clássicos do Guns N’ Roses, “It’s so easy” e “Mr.Brownstone, e duas do Stone Temple Pilots, “Crackerman” e “Sex Type Thing”. Com estes clássicos e com as musicas novas, Velvet Revolver deixou o velho Guns para trás, já que o vocalista melhor, escreve melhor e com uma postura “Mickjaggeriana”, bem semelhante na aparência física e na presença de palco. E ainda mais com Slash na guitarra, Duff no baixo, mostrando toda sua atitude “rocker”, Sorum na bateria, e um pouco do guitarrista Kushner, que não é uma figura tão importante para o Velvet Revolver, a banda se completa e mostra Rock.

Finalmente, depois de uma longa espera, o Aerosmith sobe ao palco, não me recordo o horário dos primeiros acordes, mas lembro bem da energia dos cinco integrantes da banda, que com quase 40 anos de estrada, desfilando no instável revelo do sucesso, como todo artista. O Aerosmith não deu espaços para novidades, tocou seus clássicos que como vi no show, não são poucos. Músicas como “Love In The Elevator”, “Toys in Attic”, “Dude Like a Lady”, “Falling in Love is so hard on the Knees”, “Crying”, “Dream On”, e o grande hit “I don’t Want to Miss a Thing”, e o bis do show “Walk This Way”… Enfim duas linhas de músicas classicas desta banda incrivel. Admito que antes do show do Aerosmith, estava achando que ia ficar boiando, perdido nas musicas, mas quando o show começou foi totalmente diferente, curti demais o show e curti mais ainda os integrantes da banda, Steven Tyler e Joe Perry estão em forma, se um médico quiser examiná-los é só assistir o show dos rapazes, pois com aquela energia, eu me senti velho. Claro que Joey Kramer, Tons Hamilton e Brad Whitford expandem energia, mas não como a dupla, que desperta os mais belos gritos do show.

Enfim dois shows incríveis, por tudo, pela emoção, pela viagem a outra cidade, pela amizade, por diversos motivos uma viagem assim vale a pena, já que quando a dor de cabeça vier é só lembrar, com certeza pagarei com mais felicidade. E quem puder ir... vá!


Ahhh se eu fosse um Rock Star!

Tuesday, April 10, 2007

ABS*


Perguntamos-nos:
1. O que vou ser da vida?
2. O que vai ser da humanidade?
3. Para onde vamos?
4. De onde viemos?


São quatros perguntas dificílimas. Um ser humano não era para responder perguntas assim do nada, nem tentar, porque vai ser semelhante colocar um jumento em sala de aula. Se bem que isso já existe, e como existe. De qualquer maneira, são perguntas completamente fora de contexto, especialmente hoje.

A primeira pergunta para um brasileiro é um crime. A não ser que seja feita para um filho de um bilionário ou alguém que ganhe dinheiro até dando língua para lua. Mas imagina essa pergunta sendo feita para metade dos brasileiros. Claro que este irá responder, irresponsavelmente, mas irá responder com toda certeza. Seria interessante fazer um documentário que fizesse o seguinte: Que a cada cinco anos fizesse essa pergunta para um brasileiro, só até os quarenta ou cinqüenta anos, além disso, seria maldade já. E no final desse meio século de vida brasileira, fazer uma comparação das perguntas, analisá-las, contextualizar cada pergunta a cada momento da vida do brasileiro e também no Brasil da época. (Merece mais conteúdo). Essa pergunta se torna mais complicada, ainda mais para a grande parte da população brasileira, que irá sofrer demais para conquistar seu espaço no seu empreguinho, isso é se conseguir, na maioria dos casos é um grande NÃO no rosto. (Merece um texto).

A segunda pergunta é uma piada. Vou falar bem rápido. Assunto em alta = Aquecimento global. Precisa mais? (Merece um texto)

Essa terceira é interessante, porque ela é dependente da segunda, mas isso não significada que ela ficará sem resposta. Afinal com toda essa onda de ajeitar o mundo, de tentar por em ordem, de melhorar as condições, de fazer menos gasto com publicidade e mais com ações globais, e com toda a transformação do entretenimento, séries como Lost que necessitam da internet para melhor entendimento, Cds que cada vez mais perdem o valor no mercado (merece um texto), celulares que falam por você, pessoas que fazem a Gioconda no Pente = Paint, enfim diversas transformações acontecendo. No mínimo você pode dizer que será um lugar extremamente original que estamos indo.

A quarta? Do céu? Da terra? Mar? Das cavernas? Dos macacos? Do homem de cró-magnon? Do neandhertal? Do Criador? Viemos de outro planeta? De um cometa? Afinal de onde eu vim? Porra... Eu vim do cruzamento entre genes de mamãe e genes do papai. Só? Claro que não. Minha mãe veio do cruzamento genético do meu avô e da minha avó. E o papai? Da mesma maneira. Só que de outros dois seres humanos e tanto meus avós paternos quanto maternos vieram de outros cruzamentos, e todos dessa espécie. E o primeiro casal? Adão e Eva? Acho que não... De qualquer maneira, você já tentou ver suas costas olhando de frente para o espelho? Difícil do mesmo jeito.

Como disse o poeta; Se Warhol era um gênio o que sou eu?

Quem estiver interessado na Gioconda feita no Paint...




Trilha Sonora do Texto: Red e VROOOM do King Crimson.

Imagem: Capa do Primeiro Album do King Crimson, In The Court Of Crimson King. Essa capa é na verdade um quadro, que se chama; 21st Century Schizoid Man


Obrigado.

Friday, April 06, 2007

Série: Um Amor de Pessoa


Segundo Caso.


- Rapaz olha ali o Manuel... – disse um de dois indivíduos numa calçada fortalezense.
- Quem mah? – o que não conhecia o Manuel perguntou.
O que não conhecia o Manuel ficou sentado na calçada. Cheio de curiosidade ficou observando o papo de seu colega com Manuel, ficava se perguntando: “Quem esse safado?”. Depois de muita espera seu amigo volta e diz:
- Macho... o Manuel é um felá da gaita mesmo! O bicho se garante muito! PQP! – seu companheiro de calçada pergunta:
- Quem é porra de Manuel macho? – Fez essa pergunta com curiosidade ofensiva. Seu colega olha desconfiado e responde:
- Tu num sabe quem é o Manel? O Manel macho... Ponta de lança do Vasquim!
- Do Vasquim? Daonde? – sem paciência seu companheiro responde.
- Aquele time que é apadrinhado pela tua mãe, fí de rapariga!

Terceiro Caso.

Um menino de 10 anos andando com sua mamãe no shopping, passam por uma loja de CDS musicais e diz:
- Mãe a senhora pode me dar aquele Cd? – sua figura materna sem paciência responde com uma pergunta:
- Que CD menino?
- Aquele mãe que a senhora disse que ia me dar.
- Não disse que ia dar nada a ninguém. Você já tem Cd demais.
- Mas mãe...
- Mas mãe PN! Você ta doido menino?
- Não mãe. Só quero um Cd. – sua mãe olha para o filho determinado na aquisição do Cd e pergunta:
- Que Cd tu quer ein? É aquele daquele com monstro na capa é? Um tal de Edi é?
Seu filho quando escuta essas palavras de sua querida mamãe, se enche de esperança, enche os olhos de lagrimas da vitória, fica completamente apaixonado pelo som da banda de som diabólico, na opinião de sua mãe, é quando sua mãe diz:
- NÃO! E ainda vai cortar esse cabelo réi de hippie!


Quarto Caso.

O jardineiro da casa de um mega-empresário cearense chega para seu patrão e pergunta:
- Doto... é pra cortar aquelas plantinha da ponta é? – Seu patrão responde:
- Não é pra queimar! ... Claro que é pra cortar!
Seu jardineiro aceita o baixo nível de tolerância de seu patrão e vai cortá-las. Faz seu trabalho com toda dedicação e perspicácia. Faz tudo pensando numa resposta para seu patrão. É quando chega o momento. O mega-empresário se aproxima do jardineiro ainda com as ferramentas do trabalho na mão e no chão e pergunta:
- Como foi que cortou? – o jardineiro chega a sorrir pela oportunidade de resposta.
- Com a dentadura de sua mãe!


Moral das historinhas: Para toda ação há uma reação. Pela pior que seja.


Mais três casos. Dessa vez todos breves. Devo criar outra série ou outro de tipo atração para este espaço. Obrigado.

Thursday, April 05, 2007

Série: Um amor de pessoa.

Primeiro Caso.
Estava sentado no Café da Livraria tomando meu chocolate quente, pensando sobre a vida e na briga que tive com minha namorada ontem à noite. Estava dando uma olhada nas revistas Carta Capital e Veja, difícil escolher uma nesse momento, mas tudo bem, continuei dando uma olhada nas duas pensando, fazendo reflexão sobre algum acontecimento foi quando percebi a presença de uma garota na mesa ao lado, ela olhou para mim deu um sorriso de quem estava fazendo piada sobre mim e falou:
- Posso sentar na sua mesa? – e respondi:
- Pode...
Ela se levantou calmamente e veio até a cadeira que estava na minha frente, sentou e perguntou:
- Lendo alguma coisa interessante? – Olhei para as duas revistas e falei
- Não... Estou só olhando, na verdade preferiria uma Caras a essas nesse momento. – Ela fez uma cara de quem ficou interessada e perguntou:
- Nesse momento? Como assim?
- É... tive uma briga com minha namorada ontem a noite e parece que ela me traiu... Meio chato não é? – ela deu um sorriso e falou:
- Se é viu? Muito chato. – senti a necessidade de falar mais com ela e continuei.
- É nossa situação já vinha chata, brigas demais, ciúmes bestas das duas partes, enfim... Sem condições. E mais... ela me chifrou com outra. Nunca tinha sido chifrado por outra mulher, por isso estou meio assim... Pensativo. – Ela entendeu toda situação e deu um sorrisinho gozador e falou:
- É... Eu já fui traída por outro homem e fiquei numa situação semelhante a tua, sem saber o que pensar. – mas aquilo não tinha atendido a minha duvida sobre o sorrisinho gozador dela, e fui em frente e mandei a pergunta:
- Posso te fazer uma pergunta? – ela sempre com o sorriso falou:
- Não.
Quando ela deu a resposta eu pensei; Que mulher escrota. Quer saber? Vou perguntar assim mesmo. Vou ser escroto também. Então perguntei:
- Sim, não quero saber se quer ou não. Por que está com o sorriso idiota na cara?
Ela sorriu mais e respondeu tranqüila.
- Porque fui eu quem te traiu.
Eu balancei a cabeça reconhecendo a situação desagradável. Naquele momento eu tive dois pensamentos na minha cabeça. Um que devemos ter paciência e aceitar certas sacanagens. E o outro pensamento, era que me sentiam como se estivesse sido atropelado. Sabe quando você vai se chocar com alguém ou com um carro, você fica completamente congelado, apenas reconstruindo a historia até aquele momento. Foi o que aconteceu, fiquei sem reação e sem palavras. Olhei para o sorriso gozador dela e de certa maneira quis compartilhar aquele sorriso, porque deve ser muito engraçado você estar no lugar dela, ela sabia de tudo, estava ali só para fazer piada. É como esmagar uma barata tona. É Fácil demais não é? Pois é, mesma situação. O que fiz? Cumprimentei-a. Depois disso ela me deu um beijo, um tchau e saiu satisfeita.

Moral da historia: Levou um pé na bunda? Brigou com namorada? Ou qualquer situação desfavorável para você. Faça o seguinte; fique em casa.
A partir de hoje estarei desenvolvendo essa série. Esta contorá Casos de pessoas cheia de amor e compaixão, como esta que acabaram de conhecer. Obrigado pela atenção.

Monday, March 26, 2007

33o. Postagem. Alguma coincidência?

Universidade é o nome da Inspiração.

Ao longo de meus 7 semestre dentro de faculdade percebi;

Que nos estudantes, como sempre, estudamos conteúdos, situações, fazemos provas, testes, seminários... Somos avaliados de todas as formas, desde a maneira de se vestir até o pingo que faltou na letra I, e vários desses conteúdos não serão usados na vida profissional. Será? É complicado dizer. Mas a verdade é que existe muita gente que trabalha na minha área ou em qualquer outra área, que ganha um absurdo de dinheiro e não sabe de PN. Então o que fazer? Continuar estudando e tapar meus olhos para isso? Ahh claro... Devo fazer uma revolução, como se isso fosse realmente influenciar e conseguisse mudar toda esta situação.

O que fazer então? Estou no curso errado? Já errei uma vez. Será a segunda? Não, muito difícil. Adoro o que estou “estudando”. Agora tenho a certeza de que o que estudo não é bem aquilo que será. Seria ridículo se chegasse e dissesse que estou pronto para a profissão, e etc... Isso não existe. Até porque a vida é um momento, e nunca estamos preparados pra viver aquele momento, por isso dizemos sempre: “Queria ter feito aquilo... Ou isto... Se tivesse feito aquilo como seria diferente...”. Tudo é vivido de primeira vez e não há segunda vez para o agora. O que isso quer dizer? Que é fácil dizer que se tivesse duas vidas essa serviria de ensaio. Que frase obvia, me desculpe. Sei que devo estudar e que o estudo deveria ser algo inovador a cada dia, não algo que vem sendo feito a 1 semana, 2 anos ou 10 anos, pois temos professores assim, que não inovam, só repetem.

E vale lembrar que esses professores não vivem o que vivemos. E ai? Complica a situação? Sem duvida. Não consigo aceitar um professor dizer que entende o mundo que vivo. É inaceitável.

Imagine a seguinte situação: Quem você considera que tem mais conhecimento na sua família? Seu pai? Seu avo? Sua mãe? Seu tio? Não importa é alguém mais velho que você. Então porque essa pessoa sempre pede sua ajuda para criar um e-mail? Um simples e-mail. Não é do tempo dela? Por que não? Ela morreu? O que aconteceu? Ela não consegue fazer algo que faço de costas para o computador. Posso estar sendo radical, mas isso reflete muito nas outras diversas situações. Ter mais tempo de vida é uma coisa, agora conhecer o caminho que passo todo dia é totalmente outra.

Então daí tiro uma simples pergunta: Porque a conversa, a aliteração entre as pessoas não existe mais? Por que devo achar que um cara que tem Doutorado ou Sei Lá o Que pode me tirar da profissão que tanto desejo? Difícil. Acho que a filosofia pratica deve entrar em ação. (Escreverei sobre Filosofia Pratica no próximo post)

O fato que deve entrar muito em conta é; que somos obrigados a decidir a profissão de nossa vida cedo demais. Com 16, 17, 18 anos somos obrigados a fazer uma prova mentirosa que me dirá se sou capaz de sobreviver. Pois no fundo da questão é esse o significado dessa prova.

Volto à pergunta; Estou no caminho certo ou caminho errado? Sinceramente, não sei qual resposta desejo mais.
*33 é um número interessante.

Wednesday, March 21, 2007

Eureka! - Ihhh... - Porra! - Só Isso?

O que mais me irrita é: Começar a escrever um texto assim, como se estivesse falando da minha incapacidade de fazer um texto... Oura, oura... Mas realmente é muita falta de competência, até porque a idéia não era fazer um texto assim, ou muito menos do jeito que fazendo, ou seja, esse texto terá duas grandes características; incompetência e falta de idéias que resulta nisso que você está lendo.

A idéia que queria ter realizado era a de descrever uma paisagem sombria, com um vento forte, chuvisco, relâmpagos e trovões, indicando uma tempestade forte, e que apesar de ter todos os fortes indícios disso, não estaria atento a ela, e sim em um papel meio amassado e molhado. A idéia de principalmente do texto seria uma leve distração, onde resultaria depois numa conclusão inesperada, a de estar no meio de uma tempestade e sem saber o que fazer, já que o papel mesmo amassado e molhado teria tirado toda a minha atenção.

Você deve estar pensado: Ele teve a idéia e não conseguiu realiza-la? Como pode? Muitas vezes não consigo realizar a idéia, acho que isso deve acontecer com todos. O que indica o seguinte clichê: Não dê o passo maior que a perna. Então como não tive capacidade para descrever essa situação, resolvi escrever um texto sobre a minha incapacidade.

Talvez esse texto não seja o que vai mudar a sua vida (acredite não será). O que acho dele é; Reflexivo e Explicativo. Reflexivo, pois tive a capacidade de fazer um texto cheio de lorotas já usadas. E Explicativo porque você entenderá o que tentei escrever e infelizmente não saiu. Eu infelizmente fiquei satisfeito com minha falta de criatividade.

Quando estava terminando esse texto alguém o leu e disse: “Interessante.” Será?

Saturday, March 17, 2007

Sono - Vontade - Cama - Não

Poxa... Depois de uma semana cheia e um almoço farto, o que cai bem é aquele cochilo da tarde, como diz uma amiga: “É o sono da beleza”. Então me dei ao luxo de cochilar depois dessas duas motivações. E o tentei, Aaah como tentei.

Assim que cheguei do almoço, olhei para a minha caminha (você fica carinhoso nessas momentos) e os ventiladores e me rendi totalmente. Deitei, mas assim que deitei comecei a escutar alguém se preparando para o carnaval de fim de semana, testando seu som (tava mais para um trio elétrico que som de carro), com aquele ritmo interessantíssimo que é o funk carioca, ainda mais com suas letras reflexivas sobre as mazelas da sociedade, sobre o futuro do mundo ou sobre a falta de respeito das pessoas hoje em dia. E depois de uns dez minutos o silencio voltou. Pensei que tranqüilidade.

Depois da tranqüilidade comecei a me confortar na minha caminha, quando comecei a cochilar naquele conforto delicioso... FOGOS!!! Pá.. Párá... PUM!!! Não sei qual era o sentido deles, mas foram vários, de três tiros, de setes tiros de doze tiros, de tudo que é jeito. Estava começando a perder o sono da beleza e um pouco da paciência. Então os fogos começaram a se distanciar, indo para longe e o sono começou a vir, pensei: “que delicia!”.

Mais uma vez na volta ao sono... Começou: “Ah Rá! Ug Rú! A Messe é nossa! Ah Rá! Uh Rú! A Messe é nossa!”. Se fosse a alguns anos atrás eu comemoraria, pois tínhamos tomado o governo e derrubado a ditadura, mas não. Eram apenas jovens demonstrando seu poder sobre a sociedade local. Gritaram, brincaram de todas as formas, lógico que não consegui dormi. E o grupo de bons rapazes foi embora. O que aconteceu? Você já sabe a velha lorota desse texto... Que voltei a dormi... pirirí, parará...

Só que dessa vez comecei mesmo a dormi, quando ao lado começa uma banda de Axé ensaiar a seguinte música: “Então diga que valeuuuu... O nosso amor valeeuuuu Demais!”. Era um das piores bandas do mundo, estava tudo errado, a banda era bem semelhante a meninos brincando com as panelas das mães, eu não podia dormir. Tudo errado.

Quando veio o seguinte pensamento na cabeça: Estou querendo dormir faz um bom tempo e só escuto barulho, nada de silêncio. Sou estudante devia ter esse luxo de poder dormir tranquilamente. Talvez seja pedir demais. De qualquer maneira, não estou só nesse barco, tem mais gente querendo dormir nesse quarteirão. O que devo fazer então? Disque-silêncio? Não... Que atitude devo tomar? Rapidamente o meu lado mais bruto soltou: “Os incomodados que se retirem”. E é incrível como esse lado é poderoso. O que fui fazer? Beber coca-cola e esperar o rock de sexta-feira à noite.

É barulho demais para uma sexta-feira à tarde.
O endereço desse texto era pra ser o /evocavel, mas tive problemas. Outro endereço de fotolog será feito. Obrigado.

Friday, March 09, 2007

O Shopping.

Shopping. Palavra que já dá o gostinho de coisinhas novas em sua casa, seja um bombom, seja roupa, seja um computador ou alguma parte dele, em fim você pode achar tudo que lhe interessa e também o que não te interessava, mas que se tornou seu interesse imediato.

E com toda a qualidade que se pode achar no shopping, ou seja, tudo que ele tem para lhe oferecer e tornar sua vida mais fácil. Ele também traz alguns probleminhas. É, traz sim senhor. Não seja ingênuo, é fácil imaginar os problemas que ele pode lhe render.

Pra começar, você que não tem dinheiro e está mais liso do que sovaco de lesma, com toda certeza você encontrará lá aquilo que você viu na internet ou numa revista ou em qualquer outro lugar, e você deseja, mas não pode ter. É de lascar o cano! Hoje mesmo eu vi uma blusa que queria comprar e simplesmente vim para casa sem ela. Por quê? Falta do colega dinheiro.

Vou preparar logo o terreno e dizer logo, que o primeiro exemplo é simples. Pois nele você está sozinho de bobeira, sem dinheiro, sem ambição e acaba aceitando o fato de que não vai comprar. Agora imagina uma mãe de uns 30 anos com o filho naquela idade linda, pura, naquela fase em que a criança está aprendendo as coisas, se acostumando com o mundo, em fim uma idade adorável, toda criança é linda nessa idade. Porém a mãe não pode passar perto de uma loja de brinquedo, porque a criança quer um boneco, quer um vídeo game, quer uma luva, uma bola, um controle, um chaveiro com o rosto do Tiririca, em fim a criança quer alguma coisa, não tem graça a criança ir para o shopping ficar brincando na praça de alimentação. Pode ter certeza mamãe que a criança vai fazer de tudo para comprar nem que seja um pirulito ruim que tem no programa da Xuxa.

Baseado no parágrafo acima, hoje eu vi uma criança dizer que ia se matar ou ficar anoréxico (vale dizer que a pessoa que tem anorexia é anorético e não anoréxico), por causa de uma televisão da Hello Kitty. Veja bem, a criança está informada e atualizada, para dizer isso não tem errada, é um gênio indomável. E mais, custavam dois mil reais. Ai a mamãe pode voltar a estudar ou sei lá o que pra comprar isso.

E a pior das situações, pelo menos a que considero pior. É quando você está com sua namorada, depois de uma sessão de cinema, aquela comédia romântica com o Hugh Grant, Sandra Bulock ou Drew Barrymore, em fim aquela sessão que deixou vocês mais apaixonados, com a vontade de viver um romance lindo como o do filme, de se sentir tão apaixonado como os personagens, em viver aquela cena linda na chuva ou num gramado com flores lindas, lírios, papoulas, rosas, margaridas, todo tipo de flor, om humor nas alturas Então depois desse amor no ar condicionado do cinema, vocês vão andando pelo shopping, e ela ver uma sandália rasteirinha linda, com uma espécie de bordadinho e com uns brilhoszinhos, uma sandália linda no pé de sua querida fofuxa, quando de repente ela joga a Shamu (baleia Willy, de Free Willy) no seu bolso. BUFU! Meu amigo a sensação de “PQP!” em você é enorme. Pois se você tivesse um dinheiro dava na hora, e com isso mudaria sua noitinha. Mas... Mas não, ai lascou camarada. Resta você esperar o dinheiro da mamãe pra comprar a sandalinha e deixa-la feliz com aquele sorriso lindo, que vai pagar a sua a felicidade.

Então volto a afirmar; cuidado com o shopping, ele é inocente, mas adora quebrar suas pernas.

Só como registro: Essa é minha Trigésima postagem. Obrigado.

Saturday, March 03, 2007

Minimalista

"Para você"

Abrindo os olhos devagar, sem ter noção de onde estava, tendo apenas a visão de um quarto bem arrumado, que lógico não era o meu, tinha um cheiro extremamente fascinante, que ao sentir veio a leve lembrança de que já tinha sentido esse cheiro maravilhoso. Mas de qualquer maneira a incerteza ainda se instalava no ar, e devido à falta dela não tinha condições de saber onde estava.

Então escutei o barulho da porta se abrindo, nesse “micromomento” tive uma eternidade de pensamentos, pensamentos tão rápidos que não consegui escolher um e utiliza-lo naquele momento, apenas fiquei parado como se estivesse congelado. A porta foi se abrindo aos poucos (não era aos poucos, devido ao meu estado momentâneo compreendi que tinha sido aos poucos, mas a porta se abriu muito rápido) e fui formando a imagem na cabeça, e percebendo onde estava e que fazia. Fui pegando os fatos e relembrando a história.

E o que achei mais importante desse minúsculo momento, desse pequeníssimo instante foi que não te amava. Que tudo era apenas uma historia, e não a Historia da minha vida.

--

"Para você"

Acordei cedo e desci para fazer o café, enquanto fazia olhei para a mesa e vi tuas roupas jogadas no sofá da casa, pensei: “de novo?”. Então andei até elas para colocadas na lavanderia, nesse curto caminho fui lembrando de quantas vezes já tinha feito isso e de quantas vezes já tinha te falado para não fazer isso, mas esse pensamento foi rápido e muito reflexivo.

No caminho até tuas roupas pensei nisso, e isso não parecia que tinha sido eu quem tinha dito isso a você, nem que isso tinha acontecido comigo. Isso tudo que relembrei parecia ser aquele quadro, ou musica que não gostamos de lembrar. No momento que pensei isso desviei o caminho como um movimento involuntário, quando tiramos o braço de perto do fogo, enfim quando reagimos a algo que nos faz mal. Sendo guiada por esse novo percurso chegando até a porta do quarto, parei na frente do quarto e abri a porta.

Assim que abri a porta do quarto percebi a falta de amor que havia, que parecia que tinha levado um soco com o rosto anestesiado, e num breve momento vi o quanto meu rosto estava doendo. Não foi minha vida.

Tuesday, February 13, 2007

"Acho que é uma carta né?"

Amigos,

Quem passou por aqui sabe o que foi exposto nas últimas postagens. Mas de qualquer maneira... Foi à novela “A Sanfona”, contando um pouco dos “errinhos”, dos enganos que aconteceram na “vinda” do personagem Chiquim. Lógico que o aconteceu com Chiquim pode ter acontecido com qualquer um, é um risco que dividimos. E quem é mais “vintage” por aqui sabe que essa não é a primeira novela. A outra novela, menor que “A Sanfona”, contou a minha experiência “pré-meso-pós” de extração dos dentes do juízo (puro papo furado), os famosos “cisos”.

Então com a produção destas duas novelinhas, pude observar a movimentação que foi criada, tanto de minha parte quanto da parte de quem compareceu lendo. Portanto continuarei produzindo mais novelas, e lógico que os textos de “percepção momentânea” continuarão sendo produzidos, tanto aqui como no fotolog (/evocável).

No atual momento estou a caminho de uma nova produção, não sei bem ao certo como será, mas pelo que tem acontecido ao nosso redor (violência, barbárie, desrespeito no auge, etc.), posso dizer que esta novela será um tanto mais realista, buscando retratar um quadro social brasileiro. Deixarei de lado o bom humor que passei nas palavras escritas. Com certeza será violento em diversas vertentes.

Muito Obrigado a quem leu, quem comentou, a quem leu e não comentou e... A quem não leu também. Lógico que há exceções.

E quem quiser contribuir de alguma forma... “Coments!”.

*Escrito e Postado ao som de Ok Computer - Radiohead.

Saturday, February 10, 2007

A Sanfona

Caros Noveleiros Rodriguianos...

Gostaria de pedir desculpas ao longo recesso dado a equipe de produção da novela, desta vez retornamos com o destino final deste jovem desprovido de sorte. Portanto nas próximas linhas, vocês poderão beber o último capítulo desta novela.
Palavras do autor: “Quando fui escrever o último capítulo da Sanfona, estava querendo terminar logo essa novela, sem trocadilhos (referente ao longo recesso da equipe de Produção), então decidi que ia me trancar no quarto durante duas horas com álbuns do King Crimson, principalmente os primeiros, e iria terminá-la. Portanto se tiver algum loucura... Não é culpa minha... É do Senhor Fripp.”

Sexto e Último Capítulo: "He need to Land"

- Paulo minha vida aqui não nada fácil... Tenho muitos problemas, tenho que fazer muitos shows pra me sustentar essas coisas... eu amo tocar Sanfona e dou graças a Deus que ganho dinheiro com isso, caso contrario não sei o que faria... talvez me renderia ao trabalho... Claro... Não tem outra maneira de viver... queria muito que me ajudassem. – Paulo fica extremamente emocionado com a situação de Chiquim, pois de uma maneira ou de outra ele e seu ajudante tinham culpa na situação dele. Então é quando Paulo olha para seu Ajudante e diz:
- É esse o momento certo... Chiquim? E se eu ti dissesse que eu e o nosso amigo aqui, poderíamos lhe ajudar? – Chiquim olha para o dois sorrindo já, mesmo sem saber o que vem pela frente. Chiquim fala:
- Como meus amigos? Como? – Paulo diz:
- Temo que não seja fácil explicar, mas tentaremos ok? – Chiquim ainda emocianado diz:
- Claro amigo... Vai ser fácil... Não tem outra. – Paulo diz:
- Presta bem atenção... Chiquim... Muito antes de você nascer, você já era músico, sempre gostou de música, sempre foi aclamado pelo seu talento... E essa sua paixão é referencia para qualquer outra pessoa existente neste Planeta. E o que aconteceu com você foi o seguinte... Quando você foi encarnar no Francisco, que não seria seu nome, você acabou entrando na porta errada. Você era pra ter nascido na Suécia... – Chiquim olha pra eles dois e diz:
- ahiuahiahaiuhauahiuahihauahuiaahaaiuahauhaiua... Por que tou acreditando em vocês? – Paulo olha e diz com simplicidade:
- Porque é verdade. Somos... Responsáveis por essa questão... A pessoa vai descer e encaminhamos ela a tal porta... – Chiquim interrompe e fala:
- Talvez devessem ser Irresponsáveis... Continue. – Paulo percebe a dificuldade.
- É Chiquim... realmente não é fácil entender. E então passamos algum tempo para conseguirmos a autorização de descida, pra vir pra cá, e ajeitar essa situação. Melhorando a sua condição, já que é a ultima vez que você vem aqui. – Chiquim fala:
- Rapaz... eu não tenho família né? Então eu tou disposto a qualquer coisa pra melhorar a minha vida.

Devido à solidão de Chiquim, o trabalho ficou muito mais fácil para a dupla de distraídos. Que sugeriram o seguinte plano: Depois de um levantamento feito, descobriram que na Finlândia a procura por sanfoneiros é muito grande, eles ganham por mês dinheiro equivalente ao de um jogador do futebol espanhol. É uma quantia deliciosa, ainda mais para um filho da seca.
Então depois de uma breve conversa, começou a etapa de transformação da vida de Chiquim, que prometeu sempre voltar para a sua banda de forró, a Snake´s Pulse, e fazer shows eletrizantes na sua cidade.

Não demorou para que Chiquim, falando um Finlandês Avacalhado, fizesse sucesso. E numa entrevista com a imprensa brasileira, uma de suas frases ficou conhecidíssima, que foi a seguinte: “é minino...o Ceará tá se garantino por aqui!”.

Para fechar essa novelinha, fica a seguinte mensagem: Talvez você tenha entrado na porta errada, agora torça para quem alguém desça e lhe ajude.



*Postado ao som de: The Devil´s Triangle from In The Wake Of Poseidon by King Crimson

Wednesday, January 10, 2007

A Sanfona

Colegas que visitam este blog...

Antes de colocar o novo capitulo de nossa novelinha, gostaria de desejar a todos um ano cheio de realizações, cheio de grandes feitos, lógico que feitos que engrandeçam a humanidade, feitos que mereçam celebração. Falo isso porque tem gente pensamento em praticar a maldade, em diversos sentidos. Devemos saber aproveitar nossa vida, sempre dando o passo certo, sem prejudicar ninguém.

Obrigado. Feliz Ano Novo.

No capitulo passado vimos o ajudante de Paulo tomar a frente da situação, conduzir ela tranquilamente, deixando Paulo “de cara” com a articulação do colega. E outro fato importante; “A” conversa com o Francisco do Nascimento sobre o que aconteceu com ele.

Quinto Cápitulo: Encontrando Chiquim

seu ajudante pergunta;
- Como?
Depois desta pergunta que não quer calar, Paulo resolve tomar uma atitude. Que é falar logo abertamente com Francisco e dizer o que lhe ocorreu, pois esta situação não pode mais ser adiada, afinal estavam discutindo um problema sério, o envio da pessoa ao local errado, isso é inadmissível.

Paulo vai até a recepção falar com Dona Iraci, assim que chega pergunta logo;
- Dona Iraci, Como faço para falar com Francisco? – Dona Iraci olha e pergunta;
- Quem? – Paulo – re-pergunta:
- O Chiquim... Como faço pra falar com ele? – Dona Iraci com sua simplicidade responde:
- Menino é fácil... Tu vai ali na frente ó... Ta vendo aquela porta azul ali? É lá. – Paulo escuta com atenção e “parte” determinado falar com Chiquim. Chegando na porta azul, bate na porta e pergunta:
- Por favor... Gostaria de falar com o Chiquim? – a pessoa que abre a porta de uma vez e pergunta com um tom de agressividade
- Quer falar com quem? Ein? Quer falar com quem? – o tom de agressividade intimida a determinação de Paulo que pergunta de novo;
- Eu gostaria de falar com Chiquim... ela está? – a pessoa olha para ele do dedão do pé a ponta da cabeça e responde;
- Ele não ta aqui... Foi pro ensaio da banda, volta daqui 1 hora... Quem é você? – a pessoa é um tanto quanto abusada, sem paciência de nada. Paulo olha para ela e diz;
- Obrigado, tenha um bom dia. – a pessoa responde:
- Que bom dia o que vagabundo. – Paulo fica a ponto de dizer umas poucas e boas para a pessoa, mas resolve deixar que a punição aconteça de outra forma.

Quando Paulo vai voltando para a pousada de Dona Iraci uma pessoa lhe dá um susto;
- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!! – Paulo salta do susto e quando olha é Chiquim, então ele fala;
- Rapaz quer me matar? – os dois saem rindo da situação.
É quando Paulo abraça Chiquim e pergunta para ele:
- Chiquim... Como é sua vida aqui? Você só faz tocar é isso? Não tem outra coisa que lhe prenda aqui? – Chiquim olha para ele meio desacreditado e pergunta:
- Quer eu realmente responda? – Paulo olha para ele e diz;
- Claro... Me diz... – Chiqum abaixa a cabeça e diz;
...

Tuesday, December 26, 2006

A Sanfona

Quarto Capítulo: No Quarto

Imagine a seguinte situação;
Você está afimzão de chegar numa jovem e não sabe como e de repente ela aparece na sua frente com todas as defesas abertas? Ou então você minha amiga, imagine o homem dos seus sonhos pedindo arroz emprestado na porta de sua casa? Que fazer? Como agir? Com certeza a confusão de instalará em sua cabeça e você ficará naquele conflito. Pois era exatamente assim que os dois estavam, sem idéia do que fazer.

Quando de repente o Ajudante fala;
- Tudo bem Francisco? – Francisco (Chiquim) responde sem convicção.
- É... tudo como Deus quer... e com vocês? Vieram de onde? – Os dois ficam sem saber que responder e novamente o Ajudante de Paulo fala;
- Nos viemos de Fortaleza... podemos dizer que somos empresários. – Depois do que o ajudante falou, Chiquim fica mais interessado na conversa com os dois. Paulo fica calado, pois está completamente congelado com a situação, não sabe o que fazer. É quando seu Ajudante que vinha sendo tão criticado toma a frente da situação e vai conduzindo ela com sabedoria.

Chiquim fica mais aberto com os dois “empresários” e vai ficando mais próximo dos dois. O ajudante de Paulo percebe isso e pergunta para o jovem Francisco.
- Como tão as meninas aqui ein rapaz? – Chiquim sorri meio envergonhado.
- Ta chei né? Ar menina gosta quando toco a sanfona no palco, quando falo também... Eu adoro né? Isso que é bom! – o ajudante de Paulo não se satisfaz com a respota e pergunta novamente, com mais maladragem. Ele se aproxima de Chiquim, põe a mão no ombro de Chiquim e pergunta meio sorridente.
- Rapaz... Você deve tá comendo altas gatinha aqui? Né não? Diga ai... Os dois riem juntos, dividindo as gargalhadas. E Paulo fica estranhando o jeito que seu ajudante conduz a situação, pois não é comum alguém que trabalha no “ultimo andar” falar; gatinha e comendo.

Vão conversando dividino as historia da vida, do trabalho, da banda, quando de repente Chiquim se abre para os dois;
- Rapaz... eu não ando bem... Tenho me sentido mal ultimamente. – os dois sentem a oportunidade e perguntam;
- Que ta acontecendo Chiquim? O que há de errado? – Chiquim olha para os dois buscando confiança neles e diz;
- Não posso passar a vida toda tocando sanfona, tenho que ganhar dinheiro pra poder viver... Não vivo bem... Como mal... A minha sorte é ter Dona Iraci aqui... Essa mulher é praticamente minha mãe. Paulo e seu ajudante trocam olhares e dividiam o mesmo pensamento; “Cagamos o pau!”. Paulo finalmente fala;
- Chiquim no momento não podemos fazer nada... Estamos aqui para observar e analisar você, ver como você é, como vive, como se dá com o povo de sua comunidade, depois sim... Depois poderemos fazer muito por você.
Chiquim se levanta e abraça os dois mutuamente, com sentimento de esperança e diz;
- Obrigado, espero que tudo dê certo. – e sai do quarto dos dois.

Assim que sai do quarto Chiquim corre até Dona Iraci e dá um abraço nela. E diz;
- Dona Iraci esses dois homens vão me ajudar, tenho fé em Deus que vão me ajudar. – Dona Iraci com sua experiência fala;
- Cuidado Francisco... que esses homens já podem ter errado com você, ou sei lá que... Cuidado.

Enquanto no quarto os dois ficam calados com aquele mesmo pensamento na cabeça, de que erraram feio ao se descuidar com os “caminhos” de Francisco. E Paulo diz;
- Poxa... você foi bem conduzindo a situação, não soube que fazer. – seu ajudante sorri e diz;
- Obrigado, estamos juntos nessa. – assim que ele fala e ele diz;
- Droga... Falei aquelas duas palavras... Tenho de ter mais cuidado... Perdoe-me. – Paulo olhe para ele sorrindo e diz;
- Tudo bem, foi em bom uso, não foi para denegrir ninguém. Agora... Amanhã temos que ir falar com Chiquim, e convencer ele da situação, esclarece tudo para ele. – seu ajudante pergunta;
- Como?

**Escrevendo essa novelinha, percebi que talvez tenham cometido o mesmo erro comigo. ;]

Wednesday, December 13, 2006

A Sanfona

Terceiro Capítulo: No meio do caminho tem uma pedra é? Ou a pedra tá no meio do caminho?

Depois de verem a situação de Francisco do Nascimento, eles ficaram sem saber o que fazer, não faziam idéia que de qual seria o próximo passo, e a única certeza que tinham era que a situação estava um tanto quanto difícil. Talvez eles tivessem em mente que seria fácil tirar o famoso Chiquim Sanfona de sua cidade, ou quem sabe ao menos convencê-lo de que seu lugar não era ali, que seu lugar era um lugar bem melhor.

Então foi ai que eles lembraram dos ensinamentos de seu chefe, principalmente daquela frase; “Deus escrever certo por linhas tortas”. Já de volta ao quarto da hospedagem Paulo e seu Ajudante pensaram em mil formas de dizer para Francisco o que tinha acontecido com ele, mas não tinham idéia do que fazer, nem por onde começar.

Quando de repente eles escutam uma voz forte dizendo;
- ôôôôô Dona Iraci... nada melhor que sua caminha pá nois dar uma deitada. Tem vaga ai num é Dona Iraci? – quando escutam essa voz, eles imediatamente colocam a cabeça pra fora e visualizam Francisco. Os dois ficam completamente birutas com a situação, pois sem saber o que fazer e ainda por cima a vitima está debaixo do nariz deles.

É quando Paulo como líder da situação diz para seu Ajudante;
- Rapaz... agora é seu momento! Você vai lá e diz que é fã dele lá de... de... de... – seu Ajudante fala interrompendo;
- Fortaleza? – Paulo diz alterado;
- CLARO SEU IMBECIL!!! – como servidor da fé ele diz;
- Me Perdoe Pai! Me Perdoe!
Quando de repente alguém bate na porta dizendo;
- Tem alguém ai? – Paulo abre a porta e quando vai falar, Dona Iraci diz;
- ó Seu Paulo... ta o homi que vocês tão atrás... Chiquim estes são Paulo e seu Ajudante, vieram de Fortaleza pra cá pra ver o teu menino... vê se pode isso? Conversa com eles ai. Então Chiquim adentra no quarto deles dizendo;
- Opa... tudo bem? Sou Chiquim… pode me chamar assim mesmo. – Paulo e seu Ajudante falam com Chiquim e ficam completamente se perguntando; “Quem é que é a vitima ein?”

No quarto de Paulo e seu Ajudante está a “vitima” do engano, e eles dois não fazem idéia do que fazer. A situação fica difícil para os dois, será que eles vão abrir o jogo? Ou será que vão dá pra trás? Como diria Chiquim.

*A verdade é; Fique Ligado neste blog.

Thursday, November 30, 2006

A Sanfona

Segundo Capítulo: Snake´s Pulse On Stage

- Menino não diz uma coisa dessas... – Dona Iraci põe as mãos no rosto e fica paralisada. Paulo e seu ajudante ficam sem entender o que se passa e perguntam;
- A senhora conhece ele? – Dona Iraci sorri e diz;
- Claro ué... todos conhecem, ele toca na melhor banda de forró, a Snake´s Pulse. É ótimo o show da banda dele, inclusive, vai ter um hoje. Por que vocês não vão? É cheio de menina bonita lá, vão! – os dois escutam a sugestão de Dona Iraci e resolvem segui-la, afinal é uma chance ótima de encontrar Francisco do Nascimento.

Então chegando a casa de forró, os dois vão se impressionando com a “disposição” do pessoal diante as bebidas alcoólicas e a dançar em cima da mesa. Eles ficam completamente empolgados com o calor humano, com o “amor” no ar da casa, e por um momento eles pensam; Por que não somos humanos para aproveitar essa putaria? Logico que eles nunca vão negar o seus “cargos”, afinal esses cargos são vitalícios, nunca vão sair desse trabalho.

Enquanto o show da banda de Francisco não começa, o som ambiente já é forró, os dois fica por ali papeando, tendo as primeiras paqueras da vida, mas eles não sabem lhe dar com isso, é a frente deles. De repente a luz apaga, não é um apagão, alguém grita; - É AGORA! Eles ficam amendrotados, não fazem idéia do que vai acontecer ali, até que começa o som de um sanfona, um som impressionante, um solo incrível, a platéia fica louca e começa a gritar; - CHIQUINHO... CHIQUINHO... CHIQUINHO... A platéia fica louca, todos se empolgam na dança e então a banda inteira começa a tocar na empolgação da sanfona, o vocalista fala no microfone; - Simbora Chiquim!!!! Ieeeeeeeeiiiiiiiiiiii... Os dois sentem uma vontade imensa de dançar, mas mantém a postura de duas pessoas a trabalho.

Depois de umas dez musicas sem parar o clamado Chiquim vai ao microfone e fala; - ÊÊÊ Capistrano linda meu deus do céu! Aqui é lindo demais ein gente? Orrr menina linda essas ai... É como diz um amigo meu lá de Messejana em Fortaleza; “é muié que bate no mei das canela cumpadi!”. Depois de seu breve discuro ele sorri e pergunta para a platéia; - Vamo mais umaszinhas Capistrano? Foi exatamente ai que os dois (Paulo e se ajudante) entenderam o amor da cidade por Francisco do Nascimento, mais conhecido como Chiquim.

Depois da apresentação da banda de Francisco do Nascimento, o Chiquim, os dois entraram em contradição, pois não sabiam mais o que fazer na situação. Este homem era para ir morar na Suécia, entrou na porta errada veio bater em Capistrano, quando tomam conhecimento da situação vêem que o “caboco” é feliz, amado, querido pelo povo da cidade e possui um talento incrível na sanfona.



E agora? Que virá pela frente desta novela?

*Depois de algumas alterações na equipe de produção, estamos de volta com a novela.

Friday, November 17, 2006

Homenagem

*Estamos de Luto por Hoje

Aproximadamente há 79 anos nascia um grande jogador de futebol, um dos maiores nomes deste esporte. Suas características não eram bem de um jogador de futebol, muitos diziam que ele parecia mais com um garçom do que um jogador de futebol. Bem, estou falando do baixo, gordo, canhoto, cabelos na brilhantina e penteados para trás, com um chute fortíssimo e uma determinação incrível.

Estou falando de Ferenc Puskas, um dos grandes nomes do futebol húngaro. Você que lê, pode se perguntar quem foi este jogador tão fora dos padrões de jogadores de futebol, ainda mais húngaro. A Hungria no começo dos anos cinqüenta era forte seleção de futebol, seu time era determinado, tinha força e tudo que podia se querer numa equipe de futebol.

Começou jogando na equipe de sua cidade aos 16 anos, e em 2 anos já estava na seleção húngara, conquistando a medalha de ouro nas Olimpíadas de 1952, disputada em Helsinque – Finlândia e sendo vice-campeão do mundo de 1954 realizada na Suíça.

Ao longo de sua carreira marcou 1176 gols em 1300 partidas.

Puskas jogou na seleção de seu país, e devido a revolução na Hungria, ele recebeu a proposta de ir jogou no Real Madrid, ao lado de outros craques como Di Stefano, também do francês Kopa e do espanhol Gento. Puskas jogando em Madrid foi naturalizado espanhol, e assim atuando na seleção espanhola na Copa de 1962 no Chile.
Jogou até os 40 anos de idade, depois atuando como técnico nos (times) gregos Panathinaikos e AEK Atenas, no Colo-Colo do Chile e treinando também a seleção do Paraguai.

Acho que é tudo que tenho para falar sobre esse ícone do futebol. É uma pequena homenagem que faço a este jogador exemplar. Obrigado.

Monday, November 13, 2006

Obscuro

*Informo que essa é minha vigésima primeira postagem.

Eu simplesmente não consigo escrever sobre o que estou sentindo, talvez por ser uma sensação estranha a minha realidade, talvez por que não saber o que estou passando, talvez esteja mudando mais uma vez e não estou sabendo lidar com a esta nova sensação.

O fato é que sinto não ser mais a mesma pessoa de alguns dias atrás, sinto que tudo está sob nova direção (não aquela dos Domingos à noite), sinto que tudo que era duvida continua dúvida só que depois desse curto período estou tranquilo em relação a elas, sei que elas um dia deixarão de ser duvidas e se tornaram uma certeza, ou quem sabe estou apenas aceitando elas, não querendo mais obter suas respostas e somente conhecer-las.

Pois durante muito tempo em minha vida (não vou citar a letra do Roberto Carlos) tentei compreender essas dúvidas da maneira mais ignorante, tinha que responder-las, tinha que entendê-las de qualquer maneira, a qualquer custo. Essa inflexibilidade da minha cabeça me arruinava, deixava-me mais vulnerável do que já sou, me deixava na beira de qualquer abismo.

Hoje vejo tudo com mais clareza, talvez esse período de altas temperaturas cranianas fosse algo necessário, algo que fosse preciso passar, que deveria enfrentar com toda minha tranqüilidade, pois em diversos casos a força é desnecessária. Não sei desse período em outras pessoas, creio que todos passam por períodos assim. Lógico que em épocas diferentes de suas vidas. Imagine se todas as pessoas passassem por isto simultaneamente, talvez a raça humana estivesse extinta. Derrotada pelo que não se sabe o que é.



**Por motivos particulares a novela "A Sanfona" foi adiada. Sem previsão de novos capítulos. Lógico que a qualquer momento podemos realizar um novo capítulo. Obrigado.

Friday, October 27, 2006

Exerça o seu Direito.

Caro Leitor,

Devido a problemas pessoais, a produção da minissérie “A Sanfona” está parada. Então a direção do blog decidiu realizar uma pesquisa relacionada à causa dos problemas pessoais. Pois sem a leitura e participação de quem acompanha este blog, não seria possível a realização desta pesquisa. Vamos colocar abaixo deste informe algumas alternativas sobre o caso, lógico que se sua resposta não estiver entre as alternativas você poderá escrever a sua opinião. Gostaríamos de ir logo agradecendo a participação de vocês. Obrigado pela atenção.



Então dispomos as alternativas aqui abaixo;

a. O escritor da minissérie sofreu um acidente de moto e perdeu as mãos. Tragédia.

b. O avião que levava os atores de Capistrano para a cidade de Juazeiro do Norte caiu e todos morreram. Tragédia.

c. O ator que faz o Francisco do Nascimento perdeu todos os movimentos numa queda de cavalo. O que deixou o acidente muito estranho foi o fato de o cavalo estar parado. Tragédia.

d. O escritor da minissérie é péssimo, não sabe escrever, é totalmente um imbecil. Tragédia.

e. A coisa foi séria mesmo, não brinque com o que aconteceu.

f. Se você acha que tudo é uma farsa, e que o escritor está fazendo uma promoção da novela.

g. Ultima opção. Se nenhuma das outras é a sua, com certeza a “g” será. Escreva a sua opinião sobre. (Ponha a letra “g” antes de sua conclusão).

- A pesquisa foi inspirada pelo CD Radiodread do Easy Star All*Star. Versão do CD OK Computer do Radiohead.

Tuesday, October 24, 2006

A Sanfona

Primeiro Capítulo: O Engano

- Ei... Ei... Não é por ai! – gritou o rapaz desesperadamente. Depois do o grito houve o silêncio e então um perguntou ao outro:
- Paulo e agora? Ele entrou no lugar errado. O que vamos fazer? – Paulo sem reação sobre o erro que o jovem cometera, disse:
- Eu não sei o que iremos fazer, mas temos de fazer algo.
Depois de algumas horas nasce o novo habitante do mundo, de nome Francisco do Nascimento, nascido em Capistrano, interior do Ceará. O jovem Francisco era músico talentoso, possuía dotes de todos os instrumentos musicais, e com todo o talento que tinha, não podia ficar de fora, tocava numa banda de “For it all”, chamada Snake´s Pulse.

O que aconteceu foi o seguinte; Francisco do Nascimento entrou no túnel reencarnatorio errado, na verdade, ele iria para a Suécia, um lugar bem tranquilo, talvez frio demais, mas vale dizer que o espírito de Francisco passou diversas vidas morando em Zonas Tropicais, agora ele iria compensar tanto tempo no calor.

O fato era que o Departamento de Reencarnação havia cometido um erro grava, difícil de ser concertado. Então fizeram o seguinte: mandaram para a cidade de Capistrano, dois integrantes do Departamento, não para convencer Francisco de que tinha vindo para o lugar errado, e sim de saber como ia sua vida, pois era a ultima vez que ele vinha para este Plano. Os dois integrantes enviados foram exatamente Paulo e seu ajudante. Paulo estava um tanto quanto decepcionado, pois seu erro era de tirar o sono de qualquer cidadão, e seu ajudante estava receoso com a vinda para a Capistrano.

Ao chegarem lá, os dois não fazem idéia do que irão fazer, estão completamente atordoados com a chegada. Então resolvem perguntar aonde tem um lugar para se hospedar. Paulo como o representante da dupla vai perguntar a Recepcionista da empresa de ônibus que os levara para lá;
- Boa Tarde... – a moça com a cara de poucos amigos responde;
- Que é? – Paulo se assusta com a reação da moça, e pergunta;
- Aonde tem um lugar para se hospedar? – moça escutar fica calada e vai a procura do telefone de uma hospedagem em Capistrano, e então diz;
- Aqui macho rei, o nome do muié lá é Dona Iraci, é só falar com ela. – Paulo agradece e moça pela ajuda, e vai à busca da hospedagem. Chegando à hospedagem de Dona Iraci, ficam meio envergonhados, e então chama por Dona Iraci, ele logo responde;
- Calma Macho, já vai! - Dona Iraci sai de sua hospedagem e diz;
- Ha... vocês dois são os da rodoviária né? Pode entrar a menina lá me ligou e disse que vocês dois estavam vindo. – A dupla começou a sentir o clima de que tudo ia dar certo nessa busca. Foram conversando com Dona Iraci, conhecendo o local, conhecendo as pessoas que trabalhvam lá, até que ela pergunta a Paulo;
- O que vocês pretendem aqui? – Paulo fica meio sem saber que responder. E seu ajudante responde tomando sua frente;
- Estamos aqui a procura de um músico, um jovem com muito talento. – Dona Iraci por conhecer todos os habitantes de Capitrano pergunta:
- Qual o nome dele? – Paulo responde;
- É Francisco do Nascimento. – Dona Iraci arregala os olhos e diz;


*Se fosse na televisão seria uma minisérie.
Está desenvolvida por Rodrigo Colares, o "owner" do blog Epizona.

Wednesday, October 18, 2006

"Põe na mesa, pode por, um dia lembro!"

O que sempre vai para frente, estranha quando está parado. Do mesmo jeito que algo parado, quando anda fica tonto, correndo o risco de bater a cabeça contra o chão. Algo antes branco, quando se torna colorido fica altamente diferente, podendo retornar a cor inicial, o branco. Isso se deve a que? Por que não nos acostumamos a algo facilmente? Simplesmente porque existe algo chamado adaptação. Só por isso? Claro que não, há diversas outras respostas para a rejeição de algo novo, ou como queiram chamar.
De quem é culpa da falta de costume? É a adaptação? Não, não, isso é algo que não influi no processo de rejeição. A adaptação é algo diferente, é depois da aceitação, ou seja, a adaptação é um processo de evolução, por mais que seja a algo extremamente horrível, como dormir ao som de uma boate, ou de algo totalmente contrário a isso, que é o de se adaptar a dormir com sua esposa, ou companheira, pois nos dias de hoje nunca se sabe, há diversas relações.
A culpa dessa rejeição se dar a algo chamado de memória, é ela quem traz toda a rejeição da novidade (como já disse de qualquer espécie, seja ruim ou bom). A memória nos proporciona a volta ao nosso passado, isso que digo não é nenhuma novidade, à volta de nossas melhores lembranças, como a primeira namorada, o primeiro beijo, aquela relação sexual que tivemos, tudo de bom que vivemos, como também a volta dos piores momentos, como braço quebrado, como o primeiro fora, ou até situações piores. Então vejamos, a memória nos proporciona todo esse arquivo de nossas vivencias, porque então ela influi no processo de adaptação? Oura, simplesmente pelo fato de lembrarmos de como foi bom àquela vez, como teria sido se ela tivesse feito assim, ou assado, por isso que ela (a memória) dificulta o processo. Então como já disse, enfatizando melhor agora, a adaptação necessita de um esquecimento, de você abrir mão daquilo que era seguro, de abrir mão de tudo que mantinha você a salvo, ou seja, cabe a você decidir se vai abrir mão de tudo àquilo que mantinha você confortável, e também de sua disposição, de sua capacidade de ir com essa nova onda, de andar sobre ela, saber que ela lhe oferece perigo, mas estou me divertindo com ela.
Só fechando o assunto, nunca podemos nos comparar com vegetais, ou com animais, eles são bem diferentes de nós, isso também não é novidade, porém o efeito em cima destes são tão grandes quanto em nós, podendo necessitar do antigo caronte.



*Inspirações causadas por;
Filme Adaptação dirigido por Spike Jonze e roteiro de Charlie Kaufman
Do texto “À luz do surfista” de Charles Feitosa
Da música The Hand That Feeds do álbum With Teeth – Nine Inch Nails
Por minhas dificies adaptações.
**Tirando a última, todas as outras três inspirações servem como indicações.
***Caronte; é uma espécie de taxa paga ao barqueiro, este barqueiro nos levará a outra dimensão, a um local mais seguro para descansarmos em paz. Pode se ver bem isso no filme Tróia, dirigido por Wolfgang Petersen com Brad Pitt e Orlando Bloom no elenco.
****Título; faço alusão a Teoria da Tabulsa Rasa de John Locke, que diz que quando nascemos somos como um tela em branco, como uma mesa vazia, sem nada em cima, e com o decorrer de nossa vida [experiência, tentativa e erro], vamos pintando esse quadro, ou preenchendo a mesa, como é o caso que faço no título.